Como calcular BTUs por m² e escolher o ar-condicionado ideal para cada ambiente

HOME APPLIANCES12/01/2025

    Aprenda quantos BTUs por m² você precisa e como fazer o cálculo de BTU para escolher o ar-condicionado, usando simulador da LG e dicas de instalação.

    Escolher o ar-condicionado ideal vai muito além de decidir a marca ou o preço. Um dos fatores mais importantes — e também um dos que mais geram dúvidas — é o cálculo de BTU, essencial para garantir conforto térmico, economia de energia e bom desempenho do aparelho.

     

    Um erro comum é comprar um equipamento com potência menor ou maior do que o necessário. Quando isso acontece, o ar-condicionado pode gastar mais energia, não refrigerar corretamente o ambiente ou ter sua vida útil reduzida. Por isso, entender quantos BTUs por m² são necessários faz toda a diferença na decisão de compra.

     

    O que é BTU e por que ele é tão importante?

     

    BTU é a sigla para British Thermal Unit, uma unidade de medida que indica a capacidade de refrigeração de um ar-condicionado. Na prática, quanto maior o número de BTUs, maior é a capacidade do aparelho de resfriar um ambiente.

     

    O cálculo de BTU leva em conta diversos fatores, como:

     

    • Tamanho do ambiente (em metros quadrados)

    • Incidência de sol

    • Número de pessoas no local

    • Presença de aparelhos eletrônicos

    • Tipo de uso do espaço (quarto, sala, escritório etc.)

     

    Ignorar essas variáveis pode resultar em desconforto térmico e aumento da conta de luz.

     

    Como calcular quantos BTUs por m² você precisa?

     

    Para estimar a capacidade ideal, é importante entender que não existe um único número fixo de BTUs por m² que sirva para todos os casos, porque o resultado varia conforme sol, ventilação, rotina de uso, quantidade de pessoas e equipamentos. Ainda assim, partir do tamanho do ambiente (m²) e ajustar a conta considerando essas variáveis é o caminho mais seguro para chegar à potência correta e evitar tanto a compra de um aparelho “fraco” quanto o exagero de capacidade, que também pode gerar desperdício.

     

    De forma geral, muitos profissionais utilizam uma média inicial de 600 a 800 BTUs por m², ajustando conforme fatores do ambiente. Esse número não substitui o cálculo completo, mas ajuda a ter uma referência rápida.

     

    A “calculadora de BTUs” da LG: um atalho prático para simular o ambiente?

     

    Para quem quer fugir do “achismo”, uma boa saída é usar simuladores online. A LG disponibiliza um simulador de capacidade que funciona como uma espécie de calculadora de BTUs, pedindo informações como região, dimensões do ambiente (largura/comprimento), quantidade de pessoas, incidência de sol (muito/pouco) e equipamentos (TV, computador, frigobar) e, então, apresenta os BTUs recomendados e sugestões de modelos de ar-condicionado da LG. 

     

    Esse tipo de ferramenta é útil porque aproxima o cálculo da realidade do cômodo, especialmente quando a dúvida é entre capacidades muito comuns (como 9.000, 12.000, 15.000, 18.000, 24.000 BTUs).

     

    Erros comuns ao escolher o BTU do ar-condicionado

     

    Mesmo com informações básicas em mãos, alguns erros são frequentes e podem comprometer conforto e eficiência. Entre os principais estão:

     

    • Escolher “pelo tamanho do aparelho” ou pela promoção, sem calcular a necessidade real do ambiente;

    • Ignorar a incidência de sol, que pode aumentar significativamente a demanda de refrigeração;

    • Não considerar o número de pessoas que ficam no cômodo com frequência;

    • Esquecer os eletrônicos (TVs, computadores, videogames), que geram calor e impactam o cálculo;

    • Confundir desempenho ruim com falta de BTU, quando o problema, na verdade, é instalação, vedação ou posicionamento.

     

    Por que a instalação correta influencia tanto quanto o BTU?

     

    Mesmo com o cálculo de BTU correto, o ar-condicionado pode ter desempenho ruim se a instalação não for bem executada e, muitas vezes, o problema que parece “falta de potência” é, na verdade, erro técnico ou de posicionamento. Um instalador competente impacta diretamente a experiência do consumidor porque garante:

     

    • Eficiência real: o equipamento entrega a refrigeração esperada, sem “sofrer” para atingir a temperatura.

    • Consumo de energia mais baixo: evita desperdícios causados por falhas de vedação, drenagem e ajustes inadequados.

    • Menos ruído e vibração: fixação e nivelamento corretos reduzem barulhos incômodos e trepidações.

    • Mais durabilidade: procedimentos técnicos bem feitos ajudam a prevenir falhas e manutenção precoce.

    • Mais segurança: elétrica, drenagem e acabamento corretos diminuem riscos e problemas como gotejamento e mau funcionamento.

     

    A posição inadequada do equipamento também conta. Nesse ponto, arquitetos e designers de interiores entram como aliados importantes, porque ajudam a decidir onde e como instalar, evitando erros comuns, como:

     

    • direcionar o fluxo de ar diretamente para cama ou sofá (desconforto e sensação de “vento na cara”);

    • posicionar a unidade interna em locais que atrapalham a circulação do ar;

    • escolher um ponto que dificulta manutenção e limpeza;

    • não planejar com antecedência ponto elétrico, dreno e rota da tubulação, o que pode encarecer a obra e “poluir” visualmente o ambiente.

     

    É importante ressaltar que a manutenção periódica garante um bom funcionamento e validam a garantia do compressor.

     

    Quando o ar-condicionado entra no projeto desde o começo, e não só como “etapa final”, a climatização fica mais eficiente, a instalação tende a ser mais limpa e o resultado final, mais confortável e bonito.

     

    Para conhecer a linha completa de ar-condicionado da LG, acesse o site oficial da marca. https://www.lg.com/br/