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TV OLED LG: a evolução dos painéis OLED que aumentou o brilho e manteve o contraste infinito
Dos painéis WOLED ao OLED evo, entenda as tecnologias que permitiram aumentar o brilho, melhorar a eficiência energética e preservar o contraste infinito e o preto perfeito nas TVs mais avançadas da LG.
Mais intensidade nas cenas claras, zero vazamento de luz nas escuras e a qualidade de imagem que virou referência no mercado premium. A TV LG OLED transformou a experiência televisiva ao oferecer preto perfeito.
Nesse tipo de painel, cada pixel emite luz própria, então quando está desligado o preto é absoluto, e o contraste, infinito.
Nos últimos anos, porém, a indústria enfrentou um desafio técnico claro: como aumentar o brilho (importante para HDR e salas claras) sem comprometer a eficiência, a vida útil dos materiais orgânicos ou a vantagem do preto absoluto?
Neste artigo, explico de forma descomplicada os diferentes tipos de painéis OLED e as soluções técnicas lideradas pelas TVs LG, que ampliaram brilho mantendo o contraste imaculado.
1. Tipos de painéis: uma visão rápida
- WOLED / WRGB (a base da LG): usa uma camada que emite luz branca (W) seguida por filtros para gerar vermelho, verde e azul (RGB). É a arquitetura tradicional das TVs LG e conhecida por entregar pretos perfeitos e longevidade em tamanhos grandes.
- RGB (Tandem / Micro-RGB): pesquisas divulgadas e protótipos apontam para pixels que emitem diretamente R, G e B sem filtros brancos — promessa de maior eficiência e brilho sem perda de cor, e é uma das frentes de inovação mostradas recentemente.
2. Como a LG aumentou o brilho sem perder o “preto perfeito”
A estratégia da LG não foi trocar o princípio self-emissive do OLED, mas otimizar materiais, camada emissora e processamento:
- Melhoria dos materiais (deuteration / EX): a LG Display aplicou compostos melhorados (como displays “deuterium-enriched”) para reduzir a degradação dos orgânicos e aumentar eficiência luminosa — resultado: painéis mais brilhantes e estáveis. Esse conjunto de avanços foi batizado inicialmente de OLED EX.
- Micro-lentes na superfície: adicionar uma matriz micro-lente sobre o emissor aumenta a quantidade de luz que sai em direção ao espectador (menos perda por espalhamento interno). Estudos e anúncios da indústria sugerem ganhos de brilho de dezenas de porcentagens com esse recurso.
- Brightness Booster / Brightness Booster Max / Ultimate: além do hardware, a LG somou soluções de processamento que controlam corrente e o comportamento dos pixels de forma muito refinada, permitindo picos de brilho melhores em janelas HDR (sem aquecer demais a camada orgânica). Nas linhas evo mais recentes essa tecnologia aparece como “Brightness Booster Max/Ultimate”, integrada ao processador Alpha da geração atual.
- Processamento por IA (Alpha series): os processadores Alpha (ex.: Alpha 11) fazem gerenciamento dinâmico de brilho, mapeamento de tom e otimização por cena — o que significa que a TV pode elevar visualmente brilho percebido sem exigir mais corrente dos pixels em áreas de preto, preservando o contraste infinito.
Trade-offs e por que o contraste infinito permanece
A grande vantagem do OLED é que pixels “apagados” não emitem luz; logo o preto é absoluto.
As melhorias citadas, como materiais, micro-lentes, controle de corrente) trabalham sobre quando e quanto cada pixel emite luz, não sobre apagar o pixel. Assim, mesmo com picos de brilho maiores, a capacidade de desligar totalmente pixels permanece, preservando o contraste infinito e o “preto perfeito”.
A equação técnica é: aumentar eficiência luminosa + controlar corrente + inteligência de cena = mais brilho sem sacrificar preto.
OLED vs alternativas: por que ainda vale apostar em OLED da LG
- Contraste e uniformidade: LED/Mini-LED alcançam mais brilho em painel cheio, mas nunca desligam pixels individualmente — o “halo” em torno de objetos claros sobre fundo escuro é visível. OLED mantém a vantagem em cenas de alto contraste.
- Cor e volume de cor: QD-OLED e abordagens RGB podem superar alguns limites de cor e brilho; por isso a indústria segue em paralelo, mas a LG tem reforçado WOLED/evo com técnicas para reduzir a distância em brilho e, ao mesmo tempo, manter a superioridade do preto.
O que isso significa para o consumidor
Se você assiste a muitos filmes em salas escuras ou valoriza contraste extremo e níveis de preto imbatíveis, uma TV OLED da LG (especialmente as linhas evo e modelos com Brightness Booster) continua a ser uma das melhores escolhas. Para quem tem sala muito iluminada ou quer brilho extremo em conteúdos HDR, vale comparar modelos topo de linha (G/Signature) que incorporam as otimizações de brilho, ou avaliar QD-OLEDs se a saturação de cor for prioridade.
Conclusão
A evolução dos painéis OLED nos últimos anos é menos uma revolução e mais uma soma de melhorias: materiais mais eficientes, micro-estruturas ópticas e processamento inteligente. O resultado prático é claro: TVs OLED da LG hoje entregam níveis de brilho muito melhores do que há alguns anos, sem abrir mão do preto perfeito nem do contraste infinito que definiu a tecnologia.
Call to Action (CTA)
Quer ver na prática como o brilho e o preto perfeito se comportam em modelos reais? Veja nossa linha OLED evo (comparativo de modelos e demos) e escolha a TV que melhor combina com sua sala — ou fale com nosso time para uma recomendação personalizada. [Explore as TVs OLED evo da LG] (link institucional da LG).
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